terça-feira, 26 de Abril de 2011

1961 – INÍCIO DA GUERRA DE LIBERTAÇÃO DE ANGOLA




Quando Portugal se tornou membro da ONU em 1955, foi aconselhado a conceder a independência aos seus territórios africanos, no caso o território de Angola, contudo “Salazar” recusou a independência desses territórios afirmando que Portugal não possuia colonias e esses territórios eram parte intergrante de Portugal assim como os seus habitantes eram portugueses. Pelo que, não se justificava a independência.
Face a esta recusa do Estado Novo (regime de Salazar) em promover a descolonização iníciou-se na década de 1960 uma Luta Armada nas colónias portuguesas. Em Angola depois de um grande movimento reivindicativo e em resposta a todo tipo de discriminação (expropriação de terras, trabalhos forçados, pagamentos de impostos etc.), começava a grande revolta com os protestos dos trabalhadores da Baixa do Kassange à política colonial portuguesa que teve lugar à “4 de Janeiro de 1961”. Estes protestos, foram barbaramente repelidos ou repremidos pelos portugueses com o uso de bombas mortíferas, perdendo a vida mais de 30 mil angolanos.
À 4 de Fevereiro de 1961 nacionalistas angolanos mobilizaram-se e atacaram instalações portuguesas em Luanda destacando-se a casa de reclusão. À 15 de Março de 1961 de maneira ordenada no norte de Angola, nocionalistas angolanos atacavam posições colonias.
O 4 de Fevereiro e o 15 de Março de 1961 marcavam assim em Angola o início da Luta Armada que durou cerca de “14 anos” e vitimou mais de 9 mil militares portugueses tendo ficado feridos e motilados mais de 25 mil. Muitos guerrilheiros dos movimentos de libertação morreram igualmente nestas guerras.
As guerras coloniais levaram ao isolamento do regime, quer a nível interno, quer a nível internacional, conduzindo o regime a uma situação incomportável.
O arrastamento das guerras e o elevado número de vitimas iriam contribuir para a queda do regime do Estado Novo em 25 de Abril de 1974.





“O 25 de Abril, a queda do regime Salazarista em Portugal e o fim da guerra colonial.”

A revolução de 25 de Abril de 1974 pós fim ao “Estado Novo”. Abrindo caminho para a solução do problema colonial.
A guerra colonial que se arrastava, a falta de liberdade e as dificuldades económicas que se vivia em Portugal levaram ao descontentamento de uma grande parte da população portuguesa incluindo largos sectores das forças armadas.
Na madrugada de 25 de Abril de 1974 o MFA (Movimento das Forças Armadas)e contando com o apoio de militares de todo país empreendeu uma revolução que pós fim ao regime do Estado Novo.
Foi uma revolução rápida e pacífica não tendo havido praticamente derramento de sangue.
Prof. Pedro Júnior Zólua


Prof. Pedro Júnior Zólua

“O 25 de Abril, a queda do regime Salazarista em Portugal e o fim da guerra colonial.”

A revolução de 25 de Abril de 1974 pós fim ao “Estado Novo”. Abrindo caminho para a solução do problema colonial.
A guerra colonial que se arrastava, a falta de liberdade e as dificuldades económicas que se vivia em Portugal levaram ao descontentamento de uma grande parte da população portuguesa incluindo largos sectores das forças armadas.
Na madrugada de 25 de Abril de 1974 o MFA (Movimento das Forças Armadas)e contando com o apoio de militares de todo país empreendeu uma revolução que pós fim ao regime do Estado Novo.
Foi uma revolução rápida e pacífica não tendo havido praticamente derramento de sangue.

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